
Já no vento a falta corta a carne
nas mãos o tremor anuncia o tempo,
da angústia a carta incita amor.
Que alento nos vãos, que marca
previa já morta a gente?
Força cisão de olhar viciado
no impulso futuro em meditar
que a herança é rio em curso
e esgar suado a desaguar,
triste auguro, urgente mar.
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