
o que há de tão evasivo no tom que empregas tão directo?
quando desempregas a ferros estes dias tão severos
comedido na gestão dos sentidos que deviam ser berros
que tens tão interrogativo que não consigo ser pedra
nem aceito tempo perdido na distância segura da terra?
tapo os buracos para ver se veda o fluxo e dura o tempo em queda…
devo redimir-me se o que feito foi consciente?
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