primeiro

By lak

nadem os peixes que eu me afogo
não admitem mas sabem
não se brinca com fogo

rasgos que acodem quando há luz forte
vidros tão largos – sei onde
janelas reveladoras da noite
incandescente por dentro
dos toques que tremem perdidos
vagas quentes que encontram bom porto
dedos feridos mas tão pouco temem
nas veredas trilhadas que a saliva
tornou seguras

nadem os peixes que eu me afogo
não admitem mas sabem
não se brinca com fogo

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Uma Resposta para “primeiro”

  1. daniel Diz:

    ok.. nunca escrevi uma poesia em meu blog.. que tal tentar no seu?
    amenize: sao 4 da manha, mto alcohol pelas ruas-avenidas do meu corpo. Cerebro, longe daqui.
    ;)

    “Das verdades que sei
    nenhuma me ergue.
    E mudam
    como ondas
    sem previo
    sem aviso
    se destroem
    auto destroem
    reconstroem

    e me perco
    me reencontro
    e sinto que me encontro
    mas no fundo
    nao tenho verdade alguma
    sou grao.”

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