nadem os peixes que eu me afogo
não admitem mas sabem
não se brinca com fogo
rasgos que acodem quando há luz forte
vidros tão largos – sei onde
janelas reveladoras da noite
incandescente por dentro
dos toques que tremem perdidos
vagas quentes que encontram bom porto
dedos feridos mas tão pouco temem
nas veredas trilhadas que a saliva
tornou seguras
nadem os peixes que eu me afogo
não admitem mas sabem
não se brinca com fogo
Tags: brinca, fogo, lak, Não, primeiro, rui silveira, ruisilveira83
Novembro 11, 2007 ás 3:07 am
ok.. nunca escrevi uma poesia em meu blog.. que tal tentar no seu?
amenize: sao 4 da manha, mto alcohol pelas ruas-avenidas do meu corpo. Cerebro, longe daqui.
“Das verdades que sei
nenhuma me ergue.
E mudam
como ondas
sem previo
sem aviso
se destroem
auto destroem
reconstroem
e me perco
me reencontro
e sinto que me encontro
mas no fundo
nao tenho verdade alguma
sou grao.”